Mercado da Av. 6 no Alecrim - Natal
Nome: Mercado Público Antônio Carneiro
Local: Esquina das Avenidas Pres. Sarmento e dos Caicós
🌿 Conceito Geral
- Identidade amadeirada: uso de madeira aparente, iluminação quente e elementos naturais para dar aconchego.
- Jardins verticais e áreas verdes: em fachadas e pontos estratégicos, criando frescor no espaço urbano.
- Integração com a rua: manter o mercado aberto e conectado com a vizinhança, mas com áreas mais organizadas e convidativas.
🏛️ Estrutura Externa
- Fachada principal: revestimento em madeira, brises horizontais e jardins verticais.
- Rua lateral revitalizada:
- Cobertura leve com pergolados metálicos ou de madeira.
- Trepadeiras e plantas suspensas para sombra natural.
- Quiosques padronizados, cada um com acabamento moderno, mas respeitando a diversidade dos comerciantes.
- Mesas e cadeiras para alimentação, criando uma atmosfera de praça gastronômica.
🏙️ Espaço Interno
- Organização setorizada:
- Bares e restaurantes em um corredor gastronômico.
- Artesanato e produtos locais em uma ala dedicada à cultura potiguar.
- Serviços bancários/lotéricas em área de fácil acesso.
- Palco multifuncional: para música, apresentações culturais e feiras temáticas.
- Corredores amplos e ventilados, aproveitando a altura do mercado.
- Iluminação natural com claraboias e telhas translúcidas.
🛍️ Valorização dos Comerciantes
- Todos os comerciantes atuais permaneceriam no mercado, mas com quiosques padronizados e mais confortáveis.
- Possibilidade de novos serviços (cafeterias, coworking popular, bicicletário).
- Inclusão de pontos de convivência (bancos, Wi-Fi livre, área de descanso).
🌎 Impacto Urbano
- O mercado se tornaria um ponto turístico e cultural, sem perder sua função de comércio popular.
- Reforçaria a identidade do Alecrim como polo comercial histórico.
- Criaria um ambiente mais seguro e acolhedor para moradores, comerciantes e visitantes.
📌 Isso poderia ser pensado como um “Mercado Público Moderno”, inspirado em lugares como o Mercado de São José (Recife), Mercado Central de Belo Horizonte ou até mesmo modelos europeus (como o Mercado de San Miguel em Madrid), mas adaptado ao clima e à cultura potiguar.
*Projeto fictício com imagens ilustrativas, sem compromisso com a realidade ou poder público.


















